Paquetá foi ocupada pelos índios Tamoios até o final do século XV. O viajante francês André Thevet registrou a descoberta da ilha em dezembro de 1555. O Rei Henrique II da França reconheceu a ilha em 1556.Durante a invasão francesa os índios Tamoios, seus aliados, foram um foco de resistência em oposição aos colonizadores portugueses. Araribóia, líder dos índios Temininós, apoiava a facção portuguesa.

Os portugueses acabaram por derrotar e expulsar os invasores franceses, ocasião em que os índios Tamoios foram derrotados e quase exterminados. Paquetá durante os períodos colonial e imperial fornecia produtos de horticultura para a corte além de fornecer também madeira e pedras para construção. Sua população era formada por membros da nobreza, senhores de terra e escravos. Paquetá se tornou, já no final do século XIX, uma atração turística com a publicação do livro “A Moreninha” que atraiu, desde então, visitantes para apreciar suas bucólicas atrações.

Paquetá fu occupato dagli indiani Tamoios fino alla fine del secolo XV. Il viaggiatore francese André Thevet registrò la scoperta dell'isola nel dicembre del 1555. Il Re Henrique II dalla Francia riconobbe l'isola nel 1556. Durante l'invasione francese gli indiani Tamoios, loro alleati, opposero un fuoco di resistenza ai coloni portoghesi. Araribóia, leader degli indiani Temininós, sostenne la fazione portoghese.

I portoghesi riuscirono a sconfiggere e cacciare gli invasori francesi, a causa di ciò anche gli indiani Tamoios furono sconfitti e quasi sterminati. Paquetá durante i periodi coloniali e imperiali produsse e fornì prodotti di ortaggi, oltre a procurare anche legno e pietre per costruzione. La popolazione fu formata da membri della nobiltà, gentiluomini di terra e schiavi. Paquetá divenne, già alla fine del secolo XIX, un'attrazione turistica con la pubblicazione del libro “Il Brunetta”, che attirò, sin da allora, visitatori per apprezzare le sue attrazioni bucoliche.

Up to the end of the 15th century, the Tamoio Indians used Paquetá as hunting and living grounds. It was officially registered by the Frenchman André Thevet in December 1555, and acknowledge by king Henri II as a French discovery in 1556. It is a place of historic-cultural value in the formative process of the City of Rio de Janeiro. Together with Paranapuã Island (now called Governador Island), Paquetá was one of the main centers of French resistance to Portuguese occupation.

While the French had the Tamoios as their allies, the Temiminós Indians led by Araribóia supported the Portuguese. The Portuguese victory was consolidated with the expulsion of the French and the defeat of the Tamoios. Paquetá was then divided into two allotments assigned to settlers; the one now called Campo was given to Inácio de Bulhões and the Ponte area to Fernão Valdez. Even today the characteristics of this division between Campo and Ponte are conspicuously present in the Island’s festivities, in football matches and in the parade of dancing and singing groups during Carnaval. Under Portuguese rule, Paquetá produced vegetables, fruit, stones and timber for construction. Aristocratic land and slave owners occupied the island. Nowadays Paquetá presents a residential and touristy profile due to its cultural roots, its sceneries and localization.