Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social.

O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos. O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras, instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Sul molo di Mauá, sito importante nella regione portuale di Rio de Janeiro, sorge il nuovissimo Museu do Amanhã , firmato Santiago Calatrava. La nuova architettura, concepita per far conoscere il mondo che ci gira attorno e capire perche è cosi importante conservarlo, si ispira alla cultura carioca, e sembra galleggiare sul mare del Porto Maravilha alla stregua di una nave. L'edificio si sviluppa su due livelli principali: il primo livello, con soffitto alto oltre 10 m e vista panoramica sulla baia di Guanabara, è riservato all'allestimento di mostre temporanee; il livello inferiore ospita gli ambienti tecnici, gli uffici amministrativi, strutture educative, un auditorium, un negozio, un ristorante, la hall, gli archivi, il magazzino.

Lo stile di Calatrava appare inconfondibile: una struttura a sviluppo orizzontale, con una copertura a sbalzo che percorre tutta la banchina raggiungendo la lunghezza di 340 metri ed una facciata disegnata da una serie di “ventagli” mobili. La copertura a sbalzo e la struttura di facciata espandono quasi tutta la lunghezza del molo rimarcandone l’estensione nella baia di Guanabara, e riducendo al minimo la larghezza dell’edificio.

Jutting diagonally into the sky from the old port of Rio de Janeiro is an other-worldly edifice that looks like a cross between a solar-powered dinosaur and a giant air conditioning unit. Funded by the Rio city government with support from sponsors, the building attempts to set new standards of sustainability in the municipality. Compared with conventional buildings, designers say it uses 40% less energy (including the 9% of its power it derives from the sun), and the cooling system taps deep water from nearby Guanabara Bay.

This contrasts with the next three displays, which are more elegant and thoughtful, each housed within a giant cube with commentary in three languages (Portuguese, Spanish and English). The first is an ethereal installation commissioned from US artist Daniel Wurzel that conveys the flux of matter. This is followed by an immersion into biology, DNA and the connectedness of life within and without our bodies. The final cube takes us into the nervous system, human relationships and culture with 1,200 images arranged as pillars of prayer, sensation, relationships, home life and other themes.